segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"Don't miss your own life"

Pois é, “Don’t miss your own life” aparece como título de uma música que há uns tempos tenho andado a ouvir. Foi um pouco “amor ao primeiro ouvido”, como já disse anteriormente, e não me interessa ou não se esta expressão realmente existe. É engraçado como a vida nos dá bolas de futebol para a mão e nos deixa ter controlo suficiente para as chutarmos num momento que designamos como ideal. Pois bem, meus amigos, eu nunca gostei de futebol e, exageros à parte, acabei por dar/levar um valente chuto no rabo.

Nunca devemos desistir daquilo que realmente queremos. Nem sempre tive este espírito mas, claro, uma pessoa vai crescendo à medida que passa pelas experiências, para além das bolas de futebol, que a vida tem para nos oferecer. Uma vida estranha, não acham? Se calhar não, está bem. Continuando, não sinto que perdi a vida, que a deixei passar ou simplesmente que não a aproveitei. Apenas investi. Investi num hipotético futuro que considerei, e ainda o faço, como o ideal de uma procura que há muito se verificava. Mas… nem sei o que pensar. Há tanta coisa… tanta coisa que não consigo perceber, por mais que tente. Não que isto seja mau, pelo contrário! Afinal, vimos ao mundo e quando, nada conhecendo, abrimos os olhos pela primeira vez, pouco é aquilo que percebemos. Os sons são estranhos, os cheiros desconhecidos… Apenas queria perceber, apenas isso. E claro, fico à espera que, pelo menos por uma vez, os meus sonhos, mesmo os mais fantasiosos, se realizem.

(Lamento pela imperceptibilidade do que acima se encontra escrito, especialmente por mim mesmo, mas nem sempre possuo o dom de escrever Angústia com uma palavra apenas.)


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